Arduíno no ensino de física - João Cláudio Nunes Cavalho - Ifce

Arduíno no ensino de física
Prof. João Cláudio Nunes Carvalho

A relevância do laboratório de ciência é inquestionável pelos professores, pois a prática experimental consolida a aula teórica, extrapolando a abstração dos conceitos e relações estabelecidas durante a exposição teórica de um conteúdo. Em virtude desta importância, as discussões sobre o tema têm conduzido algumas pesquisas sobre o laboratório didático de Ciências, surgindo classificações quanto ao método empregado. Filho (2000), apresenta algumas concepções relativas à organização das práticas experimentais nos laboratórios de ciência.

Como uma alternativa de baixo custo para experimentos de física, temos o uso do Arduíno:

Arduino, por vezes traduzida ao português como Arduíno,[2] é uma plataforma dehardware livre, projetada com um microcontroladorAtmel AVR de placa única, com suporte de entrada/saída embutido e uma linguagem de programação padrão,[3] na qual tem origem em Wiring, e é essencialmente C/C++.[4] O objetivo d…

Pesquisa sugere que habilidade de contar é 'inata'

Os seres humanos têm uma habilidade inata para resolver operações matemáticas mesmo que não tenham a linguagem necessária para expressá-las, de acordo com um estudo conduzido por pesquisadores britânicos e australianos.

O estudo,publicado na revista acadêmica Proceedings of the US National Academy of Sciences, analisou crianças australianas aborígenes - cuja língua tem poucas palavras para designar números - e descobriu que elas tinham um desempenho tão bom em operações matemáticas quanto as que falam inglês.

O resultado contradiz um outro estudo realizado com uma tribo amazônica que concluiu que a capacidade de contar não é inata.Os pesquisadores analisaram 45 crianças australianas aborígenes com idades entre quatro e sete anos de idade.

Eles compararam as que viviam em áreas remotas e falavam apenas Warlpiri ou Anindilyakawa - duas línguas nativas com poucas palavras para designar números - com aquelas que viviam em Melbourne e falavam inglês.

Exercícios

As crianças foram orientadas a "copiar" vários objetos que os pesquisadores colocaram em um pequeno tapete.Elas então tiveram de repetir o exercício depois que objetos foram colocados embaixo de uma coberta - dessa forma, elas não podiam ver quantos objetos estavam ali, mas tinham que contá-los.

Em um exercício mais complexo, as crianças tiveram de unir o número correto de objetos contados ao número de vezes que os pesquisadores batiam dois pauzinhos juntos.

O experimento concluiu que não havia diferença na habilidade numérica das crianças que falavam línguas que não possuíam palavras para números e as que falavam inglês.

Habilidade

O professor Brian Butterworth, do Insitute of Cognitive Neuroscience da University College London, disse que dois estudos em tribos da Amazônia haviam concluído que são necessárias palavras apropriadas para que determinadas operações matemáticas sejam resolvidas, mas que a atual pesquisa mostrou o contrário.

"Nós nascemos com a habilidade de ver o mundo de forma numérica, da mesma forma que nascemos com a habilidade de ver o mundo em cores", afirmou. Ele acrescentou que algumas pessoas podem nascer sem essa habilidade natural - como as que sofrem de uma doença que torna difícil a resolução de operações matemáticas, chamada de dyscalculia. Nesses casos, o uso de uma linguagem apropriada para a realização de cálculos matemáticos não parece ser suficiente para superar a dificuldade,segundo Butterworth.

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